Inegavelmente, passamos, atualmente, por um
período que podemos de chamar de período pós-cristão. Isso é demonstrado pelo
pensamento, ou pensamentos, que obtiveram maior khorus e mais tiveram adeptos no século XX, como: Pluralismo,
Humanismo e o Relativismo.A
força de impulsão destes modos de pensamento estão intrinsecamente ligados a
imposição de outros pensamentos, que eram vigentes na idade média, na Europa.
Correntes essas que eram antagônicas à liberdade de pensamento e expressão, dominantes
por muito tempo as instituições das mais variadas possíveis. Com o
advento das ideias iluministas, na Europa do século XVII, passa-se a apregoar
que a força da razão deveriam nortear as vida política, social e econômica. No
entanto, mesmo assim, essa razão pregava regras que passaram a ser um incomodo
dominante frente a subjetividade das pessoas e sociedades, pois muitas das ideias racionais não atendiam as demandas cada vez mais pungente por
"liberdade". Quando tentamos conceituar essas
ideologias, apresentadas anteriormente, podemos amparar nossa fala que diz, por sequência, que o pluralismo traz uma idéia de que todas as formas de pensamento
são dignas de aceitação. A verdade não
se resume no fato de que essa é única e definitiva. Essa possibilita um modos
operante que faz com que a conciliação seja algo a ser atingido perante tantas
formas de ver uma determinada matéria. O padrão não condiciona, ele simplesmente
enrijece a discussão, não possibilitando que a realidade de "certo" e
"errado" seja ponto a ser admitido. Com base no "politicamente
correto", as matérias são avaliadas
do ponto de vista subjetivo, pois o que justifica este pensamento é que valores
são temporais e geográficos e que não podem balizar um outro valor. Neste
pensamento, não há forma de pensar que se sobreponha a outra forma.
"Na filosofia, o pluralismo é uma
posição metafísica que considera que a
totalidade do mundo é composta por realidades
independentes e inter-relacionadas. Esta posição distingue-se do monismo, que sustenta que a realidade é uma só."
Desta
forma, todos os outros campos, em que há uma influencia da filosofia, são
auferidos e moldam-se a ajustar-se neste discurso. Passa ser a tônica nos
desdobramentos dos processos. Sendo assim, a indagação que nos direciona a
discussão do assunto é de como isso vem sendo tratado dentro das instituições eclesiásticas.
Sua interferência é cada vem mais forte e adentra de forma sorrateira e
ardilosa nos conceitos clericais. De que forma isso vem sendo tangido já que as
Escrituras não tem paralelismo com tais formas de pensamento? No cristianismo,
para muitos de forma "ousada e arrogante", como não comunga com tais ideias,
pois mostra nas Escrituras as passagens: "...a verdade, o caminho...",
..."água viva", "...o pão do céu.", leva ao embate e a
relação de tais idéias definindo-se como a única forma de verdade inquestionável
e imbatível. "O pluralismo teológico é a noção segundo a qual todas as
religiões são caminhos úteis para chegar a Deus."
Para
Matos (2011):
"Um dos elementos mais salientes
do pós-modernismo contemporâneo é a exaltação do pluralismo, da diversidade, do
inclusivismo. Valorizar as diferenças e as peculiaridades de cada grupo ou
segmento da sociedade, principalmente de minorias historicamente oprimidas e
desprezadas, é a atitude “politicamente correta”, isto é, normativa, segundo os
cânones da nova mentalidade. Os inclusivistas alegam estar lutando contra males
antigos como o racismo, a intolerância, o patriarcalismo, e certamente a
história está repleta de horríveis injustiças nessas áreas. Todavia, o que
muitos não percebem, ou não querem perceber, é que a ênfase irrestrita na
diversidade e no multiculturalismo está sorrateiramente lançando as sementes de
novas formas de intolerância e divisão entre os seres humanos. Utilizando uma
imagem bíblica (Mt 13.25), enquanto os homens dormem estão surgindo as raízes
de graves problemas para as gerações futuras."
Comungar
com o pluralismo é dividir o palanque com posicionamentos que tentam dar uma
outra alternativa para o homem depravado, que se encontra confuso quanto ao que
fazer perante suas faltas e necessidades. No porção do texto das Escrituras o próprio
Cristo admoesta os discípulos da sua divindade
e de sua exclusividade e suficiência para a humanidade. "Respondeu Jesus:
"Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por
mim."
(João 14:6) e segue o texto complementando a assertiva: "Se vocês realmente me conhecessem, conheceriam também o meu Pai. Já agora vocês o conhecem e o têm visto".Disse Filipe: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta".Jesus respondeu: "Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’?" (João 14:7-9) Se a tendência do pensamento pós - moderno é pensar de forma plural pois considera toda forma de pensamento válida, como tratar as verdades constituídas nas Escrituras? Se não temos parâmetros para as demandas pessoais e coletivas, a Escritura , deixada pelo próprio Deus é relativizada. Eis a maior conseqüência dada pela digestão do pluralismo: O relativismo. Tal idéia prega que a verdades absolutos são diluídas pois necessitam de um contexto para que essa ganhe substancia. O sentido adjetivo das ações e coisas são definidas moralmente no entendimento que cada uma tem sobre uma determinada matéria. O que certo para um individuo , não o é para outro. O que é aceitável em um cultura é execrável na outra. Isso nos mostra que tudo que compõe a existência possui valor emplacado pela cultura a qual este elemento está. No AT, Deus já advertia, por meio dos profetas, do perigo desta forma de pensar.
(João 14:6) e segue o texto complementando a assertiva: "Se vocês realmente me conhecessem, conheceriam também o meu Pai. Já agora vocês o conhecem e o têm visto".Disse Filipe: "Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta".Jesus respondeu: "Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’?" (João 14:7-9) Se a tendência do pensamento pós - moderno é pensar de forma plural pois considera toda forma de pensamento válida, como tratar as verdades constituídas nas Escrituras? Se não temos parâmetros para as demandas pessoais e coletivas, a Escritura , deixada pelo próprio Deus é relativizada. Eis a maior conseqüência dada pela digestão do pluralismo: O relativismo. Tal idéia prega que a verdades absolutos são diluídas pois necessitam de um contexto para que essa ganhe substancia. O sentido adjetivo das ações e coisas são definidas moralmente no entendimento que cada uma tem sobre uma determinada matéria. O que certo para um individuo , não o é para outro. O que é aceitável em um cultura é execrável na outra. Isso nos mostra que tudo que compõe a existência possui valor emplacado pela cultura a qual este elemento está. No AT, Deus já advertia, por meio dos profetas, do perigo desta forma de pensar.
"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas
luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!"
(Is 5:20)
As
Escrituras nos dá uma orientação para o posicionamento do crente frente estas
correntes filosóficas que são danosas e tem um fim que se aparta da idéia de única
verdade. Neste trecho, Deus exorta o povo de Israel a uma conduta que fosse
amparada por valores dadas por Ele mesmo. Israel se deixava influenciar por
outras formas de pensamentos oriundas de povos, com outros valores. Valores
estes que se apartavam da moral Jeovaniana.
Um
outro grande problema, que podemos destacar com essa corrente, é de que a
igreja já deixou se levar por essa forma de pensar. As posições "multidoutrinárias"
são exemplos disso. As várias formas de Teologia empregadas no evangelicalismo,
por razões múltiplas, vem enfraquecendo as diretivas de Deus para
humanidade. A igreja na Europa e EUA
estão dando lugar a um agnosticismo e um Ateísmo cada vez mais crescente. O
berço da reforma protestante está com menos de 4% da sua população em igrejas evangélicas.
É evidente o descontentamento de alguns
perante aquilo que é ensinado. A multiforme interpretação e aplicação da
Doutrina Cristã desmantela sua própria razão de existir. Não falo das antinomias aceitas pela
Escritura, mas das liturgias sincretistas e das teologias que ferem o âmago do
texto sagrado. No livro de Atos, vemos
Lucas mostrando que o ensino dos Apóstolos
era difundido em rodas igrejas, fazendo a mesma ao crescimento.
"E,
quando iam passando pelas cidades, lhes entregavam, para serem observados, os
decretos que haviam sido estabelecidos pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém. De
sorte que as igrejas eram confirmadas na fé, e cada dia cresciam em número.
(Atos 16:4,5)
(Atos 16:4,5)
No texto referido, a expressão
"confirmados na fé" , em outras traduções, pode ser substituído por
"fortalecidos na fé". Isso demonstra que a uniformidade do pensamento;
a prestação de uma liturgia sã, amparada pelos preceitos doutrinários dos Apóstolos
são imprescindíveis para desenvolver, de forma qualitativa e quantitativa, o
avanço do Reino de Deus no mundo. Sem padrões
e diretrizes as pessoas tendem ao caos
existencial, pois proferindo o pensamento pluralista/relativista, provocados
pela humanismo, elas fogem da sua natureza original que é o louvor da Glória do
Deus Trino. Na Sua criação, nos primeiros trechos do livro de Gêneses, Deus se mostra um ser de planejamento e
ordenamento. Esses adjetivos não fugiriam na sua forma de fomentar parâmetros
para nossa vida, seja no mais simples e básico (1Co 10:31) e/ou naquilo que
demanda um debruçamento maior , que é a salvação de um individuo. É bom, antes
de mais nada, destacar a diferença entre pluralismo e pluralidade. A
pluralidade é permitida por Deus para que esta seja cabida no plano que foi arquitetado
desde a fundação do mundo, todavia o pluralismo é uma vontade permissiva de
Deus, mas não forjada a partir da sua infinita bondade e sabedoria, é algo da
causalidade humana que insiste em procurar suas formas de religião, conservando
suas demandas decaídas, tentando se livrar da culpa dos seus erros, se abstendo
da Revelação e justificando a razão de ser de suas religiões, que nada mais são
que uma tentativa de legitimar uma auto-aceitação
de erros de conduta, pois preferiram a desobediência de origem carnal do que a
inclinação incorruptível do que é espiritual. Jesus, nos admoesta no dialogo
com a Samaritana, que "Deus procurava adoradores que o adorassem em espírito
e em verdade" (João 4:23). A verdade, a única verdade, não pode ser
diluída pois não a outra forma de se relacionar com Deus que não seja com espírito
livre do que é corruptível. Não há outra forma de adorar a Deus que não seja
naquilo que está listado em seus estatutos (João 14:21).
Para Weronka (2013),
"Pluralismo Religioso é
diferente de diversidade ou variedade religiosa. Diversidade/variedade
(Pluralidade) é o fato de que existe uma gama imensa de credos, que até certo
ponto produzem benefícios aos indivíduos e a sociedade, e isso é um fato
inegável. Ao falar em Pluralismo Religioso designamos a filosofia que afirma
que todas as religiões são iguais, boas, com os mesmos fins e que na essência
possuem o mesmo sistema de crenças, levando por conseqüência ao mesmo fim. Mas
atenção! Não estou dizendo que mórmons, budistas e kardecistas são pluralistas.
A pessoa que aceita o pluralismo religioso não é necessariamente praticante de
uma religião, mas sim de uma filosofia religiosa."
Percebemos em Veronka a necessidade
de parear as expressões é importante, pois mostra que o conceito filosófico é
ainda mais perturbador no ensino doutrinário que o outro que é, simplesmente,
um fenômeno de causas temporais e espaciais.
Conclusão
Não é difícil perceber no evangelicalismo
mundial esta filosofia cada vez mais arraigada. Isso, com um justificativa própria
que leva um marketing inclusivista. Não que a igreja Cristã seja exclusivista,
de modo algum. O que está em discussão é sua identidade como instituição
instaurada por Deus . É necessário a observância das Escrituras com a maior
rigor hermenêutico possível. Isso para que possamos estar firmes (Tt 1:9)
naquilo que Deus fala como ordenança sem concessões por causa do liberalismo teológico
cada vez mais reinante nos seminários, desembocando assim, nos cultos de
doutrina e exposições dominicais.