O mundo cada vez mais
globalizado, cheios de normativas e demandas que fazem com que seu grande
objetivo seja alcançado: A eficiência na busca da produção. Em outras palavras,
a excelência das atribuições postas pelas normativas.
Com esse sentimento cada vez mais embutido em nosso estereótipos comportamentais, temos o levado para dentro da igreja, não só falo de igreja como instituição, mas nas relações sociais que formam os trabalhos na igreja. A primeira pergunta que se faz, tentando construir um raciocínio: Isso é salutar? Até que ponto a excelência deve ser enxergada como meta indiscutível? Na própria indagação já se percebe que devemos por limites à esse sentimento cada vez mais forte, e que é visto por alguns como algo de grande eficiência. A Bíblia, no livro de Jeremias, capitulo 48, versículo 10 nos afirma que : "Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente”. Para muitos, a resposta já estava sanada, por percebermos a "preocupação" do interprete em levar uma ideia de excelência nos trabalhos da comunidade ou povo de Deus.
Com esse sentimento cada vez mais embutido em nosso estereótipos comportamentais, temos o levado para dentro da igreja, não só falo de igreja como instituição, mas nas relações sociais que formam os trabalhos na igreja. A primeira pergunta que se faz, tentando construir um raciocínio: Isso é salutar? Até que ponto a excelência deve ser enxergada como meta indiscutível? Na própria indagação já se percebe que devemos por limites à esse sentimento cada vez mais forte, e que é visto por alguns como algo de grande eficiência. A Bíblia, no livro de Jeremias, capitulo 48, versículo 10 nos afirma que : "Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente”. Para muitos, a resposta já estava sanada, por percebermos a "preocupação" do interprete em levar uma ideia de excelência nos trabalhos da comunidade ou povo de Deus.
Contudo, na expressão "relaxadamente", a expressão que também pode ser levada é "“fraudulosamente ou enganosamente”. Que já nos dá uma ideia de que o autor expressava uma intenção que combate a hipocrisia. Pois no seguinte silogismo, temos: Se eu trabalho na casa de Deus, logo estou na casa de Deus. E se estou na casa de Deus, trabalhando enganosamente ou fraudulosamente, estou a fazendo de forma errônea. Embora esteja, mas meu coração e alma não está. Pertence à outro intento.
No caso, o que trata o profeta Jeremias, em profecia, é uma expressão de juízo para os que trouxeram infortúnio à Judá por causa de traição (negrito de expressão) que se sucedeu das relações diplomáticas entre Balaque, rei de Moabe, e o reino de Judá. Schultz & Smith (2005), trazem um panorama de que essa ação dos Moabitas trariam " destruição catastrófica tornaria o orgulho da terra de Moabe em lamento".
Perceba o sentimento sutil, escondido por parte do povo que dantes pensava - se ter uma relação harmônica. Assim é nossa vida, pensamos que estamos em uma convergência com a palavra, quando tentamos fazer algo com sentimento de "comprometimento exacerbado", e abrimos espaço para um sentimento escuso, fazendo com que o altar seja invadido e saqueado.
Fazendo uma interconexão com o dialogo entre Jesus e Nicodemos ( Jo 3:1-21), em uma determinada parte desta conversa, Nicodemos indaga à Jesus sobre como seria possível viver uma nova vida, mesmo sendo velho. Jesus, no versículo 8, diz : "vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito."Alguém pode perguntar : Qual a relação entre os dois textos ? 1- fazer a obra de Deus relaxadamente quer dizer ter algo que comprometa essa atribuição; 2 - O que compromete essa atribuição é aquilo que esta escondido, algo estranho aos olhos de Deus, em nosso coração; não somente o fato de ser relapsos quanto a obra; 3 - A resposta de Jesus á Nicodemos faz todo sentido pro texto, que aqui vos apresento, por intermédio da revelação do Espírito: Para termos uma vida onde o trabalho para Deus é para Glória dEle, temos que perceber os efeitos desta nova vida, atribuída à nós pelo plano de redenção Cristiano.
Não se vê o vento, só sabemos que ele está lá por causa do efeito que ele causa naquilo que ele toca. Assim deve ser nossa vida: Mais efeitos e menos falácia, mais efeitos e menos pinturas, mais conteúdo e menos método (Mc 12:24), mais semântica e menos símbolos.
Então, se levarmos em conta esse efeito, tudo que trouxemos, em bagagens bem pesadas, digo por sinal, deve ser deixada do lado de fora da comunidade que nos relacionamos. Na verdade não deveríamos carregá-la em plano nenhum, nem no secular, nem no eclesiástico, pois fomos chamados para ser santos, consagrados, separados, levando as marcas de Cristo, ou seja, levando Seu testemunho.
Piper (2003), cita Chesterton (1957), e sugere a ideia de que estamos passando por um momento de relativismo, que mudou, na verdade "resignificou" nossa estatura que "é exatamente aquilo que o homem não deveria confiar - nele mesmo". Passamos por uma crise de identidade moral, em relação á Deus, tão desonesta com nós mesmos, que o gera é um humanismo enrustido de espiritualidade - se houver uma forma de interceder os dois. O "eu" é sutil e exprime-se sem dar uma só palavra, apenas age, para o seu próprio bem existencial, fazendo com que a assembléia dos santos de torne um corrida de obras que os promoverão. A dependência do Espírito, se encerra quando é me dado algo à apresentar.
A palavra é categórica, quanto á essa idéia que não traz consigo o sentimento de humildade. No livro de Romanos, Paulo admoesta: "Tenham uma mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos. (Romanos 12:16 - NVI) e segue: "Não torneis a ninguém mal por mal; cuidai em coisas dignas diante de todos os homens;" (Romanos 12:17 - SBB)
Enfim, um sentimento que não possibilita os efeitos da
nova vida, "vida pela água e Espírito", são esses invasores, que um
dado momento prestarão seu intentos.